Benchimol rejeita patrulha em ano eleitoral. Faz bem

Benchimol rejeita patrulha em ano eleitoral. Faz bem


Guilherme Benchimol disse agora à noite a um seguidor do Instagram que é sua responsabilidade falar com todos os candidatos à Presidência — sem se intimidar com patrulhas ideológicas.

O fundador da XP estava respondendo a uma crítica por ter se reunido com o ex-presidente Lula há cerca de duas semanas.

A íntegra da resposta:

“Meu caro, me considero com muita humildade um dos maiores defensores do liberalismo e do empreendedorismo no Brasil.

Meu papel institucional não é ficar esbravejando nas redes sociais, mas falar com todos os candidatos de forma isonômica e tentar lhes demonstrar o caminho da prosperidade (na minha opinião). Isso não significa oferecer apoio, estender a mão ou qualquer coisa do tipo. É apenas um trabalho institucional que meu cargo exige.

Respeito todos os candidatos e usarei minha voz como empresário para ajudar meu país a ser melhor, sempre.

Jamais fiz qualquer negócio com o governo ou precisei de qualquer favor político. Espero que outros empreendedores sérios e com voz ativa, também pensem da mesma forma.

Em alguns momentos, sensatez e pragmatismo são extremamente necessários.”

Guilherme está certo. Os empresários não devem fazer vetos a priori a qualquer candidato — e precisam, sim, dialogar com todos eles sobre os desafios do setor produtivo, as barreiras que o Estado cria para o desenvolvimento do País e como podemos superá-las.

Aliás, na falta de um candidato competitivo que represente o centro político racional, eles terão que arregaçar (muito) as mangas para tentar explicar aos dois principais candidatos que, se populismo criasse riqueza, a Argentina era a Suíça.

Conversa mesmo, Guilherme.



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