Após encomenda de mais jatos Gripen, Brasil cogita outra grande compra dos caças suecos – Cavok Brasil

Após encomenda de mais jatos Gripen, Brasil cogita outra grande compra dos caças suecos – Cavok Brasil


Conforme anunciado no dia 22 de abril, o Brasil deve encomendar quatro jatos Saab F-39E Gripen, além dos 36 já adquiridos em 2014 sob um contrato de US$ 4,7 bilhões. O país também está considerando encomendar outro lote de pelo menos 30 caças F-39E – a designação local do JAS39 Gripen E na FAB.

O Gripen NG da Suécia foi oficialmente selecionado em 2013 para fornecer à Força Aérea Brasileira (FAB) um caça avançado de quarta geração no programa F-X. A decisão seguiu um longo processo iniciado em meados da década de 1990, que sofreu vários atrasos e chegou a ser suspenso pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso em 2002. Foi reiniciado em 2008 pelo então presidente Luiz da Silva.

O chefe da Força Aérea Brasileira, Tenente Brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Jr., fez o anúncio do pedido extra de quatro jatos Gripen durante uma celebração da aviação de caça em 22 de abril na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

Durante o evento, dois F-39 – recebidos da Suécia no início deste mês, elevando para cinco o número de F-39 entregues ao Brasil, com dois ainda na Suécia – foram apresentados e declarados operacionais. A entrega total de 36 aeronaves deve ser concluída em 2024, mas alguns especialistas acreditam que pode levar mais tempo.

Uma segunda grande encomenda do Gripen é necessária para atingir uma frota mínima de 70 novos caças, abaixo da meta original de 100 aeronaves sob o programa F-X, de acordo com uma novo relatório local de junho de 2021 citando Almeida logo após ele assumir o comando da força Aérea.

Nenhum preço foi dado para o pedido adicional, mas especialistas acreditam que custará ao Brasil cerca de US$ 240 milhões, e um pedido potencial de mais 30 pode custar entre US$ 1,8 bilhão e US$ 2 bilhões.

Os pedidos adicionais tornariam o F-X um dos programas de compras militares mais caros da história da América do Sul, rivalizado apenas pelo contrato PROSUB, concedido pelo Brasil ao estaleiro francês DCNS (agora conhecido como Naval Group) em 2009 para quatro submarinos diesel-elétricos. O acordo incluiu extensas transferências de tecnologia, bem como treinamento local de design para a construção de um barco movido a energia nuclear.

O contrato de US$ 4,7 bilhões assinado em 2014 para os jatos Gripen incluiu não apenas o custo de aquisição das primeiras 36 aeronaves, mas também um alto grau de transferência de tecnologia e investimentos industriais para montagem e produção de peças no Brasil.

Os testes e a integração dos sistemas e armas que equiparão os Gripens brasileiros estão em andamento. As armas incluem o avançado míssil ar-ar IRIS-T de curto alcance guiado por infravermelho, desenvolvido e produzido pela Diehl Defense da Alemanha, bem como o míssil ar-ar além do alcance visual Meteor, fabricado pela European consórcio MBDA.





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